
Neste epsódio Jonh Max, professor da Universidade Estadual do Tocantins, nos fala sobre sua tese de doutoramento intermediando a interação entre afetos, negritude e cidade, mostrando um processo de produção do espaço urbano de base afetivamente racista, que condiciona o corpo negro a constantes situações de sofrimento. Insere nesta discussão a perspectiva da cultura de alicerce africano, onde a música ocupa um papel especial na vitalidade da cidade e na tomada de consciência do que é ser e existir como pessoa negra.