
Neste episódio, gravado durante o evento EBDI CIO Healthcare, debatemos como a liderança em saúde está evoluindo do hype da IA Generativa para uma IA que realmente age — agentes autônomos, GenAI, modelos explicáveis e sistemas capazes de apoiar decisões clínicas críticas. Exploramos dilemas éticos, técnicos e organizacionais: supervisão humana, limites de acurácia, KPIs confiáveis e o equilíbrio entre automação administrativa e apoio clínico. Tópicos abordados: IA Generativa, explicabilidade e por que o hype dificulta medir ROI Agentes autônomos na saúde: aplicações reais, riscos e resultados Acurácia, F1-score, sensitividade e limites da validação humana Como HODOS e Fleury implementam IA em ambientes clínicos com segurança Estratégia, governança e cultura para lidar com a explosão de demandas de IA Como começar: dados com propósito, adaptabilidade e foco no paciente Participação: Ricardo Kim (Data & AI Consulting Associate Director - Artefact), Alexandra Mangeard (Managing Partner - Artefact LATAM), Ana Carolina Prado (Coordenadora de Data Science e AI – Grupo Fleury), Danilo Bruno (Gerente de Tecnologia da Informação - Vision One)