
Send us a text Neste episódio, entramos fundo no universo do ecocardiograma aplicado às doenças da valva mitral, um tema que mexe diretamente com decisões no consultório, na enfermaria e na UTI. Conversamos sobre como diferenciar regurgitação mitral primária de secundária pelo laudo, quais pistas estruturais realmente importam e como o clínico pode interpretar o mecanismo da lesão de forma prática. E claro, discutimos uma dúvida clássica do dia a dia: dá para diferenciar vegetação de trombo só pelo eco? A imagem ajuda muito, mas nunca trabalha sozinha. Exploramos ainda: • Quando o ECO-TE realmente muda a condução; • O papel do ECO 3D na avaliação da mitral e no planejamento de intervenções; • Por que a avaliação quantitativa da IM precisa ir além de apenas olhar o jato; • Quais parâmetros objetivos definem a gravidade da IM; • A pegadinha da FEVE aparentemente boa na IM crônica; • Como o status hemodinâmico pode transformar completamente o grau da IM; • O melhor método para medir área valvar na estenose mitral; • Como calcular e interpretar o escore de Wilkins; • Quando pedir ECO-TE na estenose mitral; • Em quais situações considerar MitraClip; Um episódio completo, didático e direto ao ponto, ideal para clínicos, cardiologistas e residentes que querem interpretar o ecocardiograma da valva mitral com mais segurança, clareza e profundidade.