
A lágrima vertida é a da paixão e da compaixão por si e pelo outro. Quando o homem verte a lágrima, ele enfrenta seu próprio ferimento. "Todos nós já cometemos o erro de pensar que uma outra pessoa podia ser nossa cura, nossa emoção, nossa realização. Leva muito tempo para se descobrir que isso não existe, especialmente porque pomos o ferimento na parte externa em vez de ministrar-lhe a cura dentro de nós." (Clarissa Pinkola Estés, MQCCL, #5, p. 117)