
Este poema, da escritora e ativista Nicaraguense Gioconda Belli, pode ser lido como um hino à preservação do Self feminino. Estes Conselhos de Gioconda podem ser equiparados aos alertas que nos propõe Clarissa Pinkola Estés, ao nos falar em termos de Armadilhas, no #8 de MQCCL, na sua análise do conto Os Sapatinhos Vermelhos.