Excerto do musical homônimo, a canção apresenta, de forma reflexiva, um poema que articula a visão da arte como um ato de resistência, cura e sentido fundamental para a existência. Ele não separa a arte da vida; ele as funde, argumentando que uma é a extensão natural da outra... A arte não é um hobby ou um escape, mas um órgão vital da existência. Ela é apresentada como: a linguagem da alma, a interpretação da experiência e como Resposta ao Sofrimento e à Limitação... O contexto é iluminado por versos específicos com uma potência dolorosa e bela.