
O homem deve ser ensinado a não agredir seu semelhante (nem psicológica nem fisicamente), ensinado a orientar sua agressividade em direção ao amor, entendendo-se isso como uma “luta constante para fazer a vida possível”. Não é ensinar-lhe a deixar o combate, mas sim perder a combatividade. A ser forte, mas sem perder a ternura nem a compreensão pelo outro. A agressividade se converte em amor ensinando e aprendendo a conhecer o outro, o qual, sendo diferente, é plenamente humano como nós. O outro, por ser diferente, pode ser complemento ou talvez opositor, mas nunca inimigo.