
Após uma série de idas e vindas, o Governo Federal enviou sua proposta de reforma Administrativa ao Congresso no início de setembro, dia 3. O texto propõe mudanças nas regras dos futuros servidores públicos dos três poderes da União, estados e municípios, mas não vale para parlamentares, magistrados e promotores. O Estado brasileiro paga a seu pessoal ativo um total próximo a 10% do PIB, número bem elevado para padrões internacionais. De acordo com um levantamento feito pelo CLP, em 2019, o gasto com funcionalismo consumiu perto de R$ 1 trilhão, somando a União, os Estados e municípios. Isso equivale a 40% de tudo o que foi arrecadado em tributos ao longo do ano em todo o País. Então, para entendermos como os estados poderão ser impactados pela reforma, vamos conversar com o Fabrício Marques, Secretário de Estado do Planejamento e Gestão e Patrimônio de Alagoas e presidente do Consad (Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração), e com Gilsa Eva de Souza, líder MLG e Subsecretaria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria de Administração de Goiás. *A opinião dos entrevistados não reflete necessariamente o posicionamento do CLP Apoie o CLP Apoiando o CLP você ajuda a manter esse podcast no ar, além de fomentar toda a nossa produção de conteúdo que inclui artigos, vídeos e newsletters. Faça parte! https://www.clp.org.br/doacao/ Acompanhe o CLP em todos os nossos canais Instagram https://www.instagram.com/clpbrasil/ Facebook https://www.facebook.com/CLPBrasil/ Twitter https://twitter.com/CLP_Brasil Site http://clp.org.br Assine nossa newsletter semanal https://conteudo.clp.org.br/newsletterclp Tem alguma ideia, dúvida ou quer conversar com a gente? Mande um e-mail para contato@clp.org.br Equipe e convidados Natalia Almeida Guilherme Franco Fabrício Marques Santos Gilsa Eva de Souza Edição Maremoto