
Os judeus do grupo dos fariseus costumavam jurar por tudo o que há de mais sagrado. Intencionalmente, eles pretendiam verificar a própria palavra por meios que não dependiam deles. Juravam pelo templo, por Deus etc. Jesus orienta os seus discípulos a não fazerem este tipo de juramento. O ensino do mestre é simples. Honre a sua palavra e cumpra o que prometeu. A dúvida, não vem de Deus, mas do Maligno. Dar a outra face não é um ensino de passividade, mas é de não retribuir na mesma moeda. Assim como na ilustração da túnica e da caminhada, não pague o mal com mal. A violência só vai gerar mais violência, então é preciso romper com este ciclo. Amar os seus amigos e companheiros é fácil. Complicado é amar os inimigos e quem os persegue. A violência nasce na fraqueza. A pessoa forte ama. Amar é servir de acordo com a necessidade. O fraco pensa em si mesmo e fere para se defender. Orar pelos inimigos remove o veneno das nossas atitudes de vingança e nos conduz à maturidade, um comportamento mais próximo da vontade de Deus e a um testemunho para que outros vejam a luz de Deus brilhando em nós.