
Nos últimos tempos e com maior frequência, testemunhamos pessoas cada vez mais jovens erguendo suas vozes para temas críticos, geralmente aqueles que tocam a injustiça ou as condições de sobrevivência da humanidade. Ou, mais próximos de nós, jovens que possuem senso de justiça e igualdade que dificilmente teriam recebido por instrução ou por força do meio em que vivem. Seriam estes espíritos mais evoluídos que estão aqui para liderar o processo de transição?