
Que capítulo recheado de promessas de restauração! Na primeira parte encontramos logo uma profecia sobre Jesus (v.3, 6). Ele não apenas restauraria o povo de Israel, mas também seria "luz para os gentios", "salvação até as extremidades da terra" - essa citação é bem repetida no Novo Testamento como evidência de que a salvação não era exclusiva dos judeus. Jesus seria mediador da aliança e restaurador da terra para chamar os que estivessem presos e em trevas. Como é bonito perceber que todas as esperanças do povo de Deus, da antiguidade e de hoje, sempre se concentram em Jesus. Olhando para Ele, vemos a perfeição da promessa de Isaías 49:10: "Porque aquele que se compadece deles os guiará e os conduzirá aos mananciais de águas". Jesus é o bom pastor do Salmo 23 que nos "leva às águas tranquilas". Lindo, não é? Por essas belas e preciosas promessas, Isaías convida céus e terra para se alegrarem e cantarem "porque o Senhor consolou o seu povo e dos seus aflitos se compadece" (v.13). O carinho demonstrado é tão grande, que Deus chega a comparar seu amor como o de uma mãe: "Você acha que uma mulher pode se esquecer do seu filho que ainda mama, de maneira que não tenha compaixão do filho do seu ventre? Mas ainda que ela viesse a se esquecer dele, eu não me esquecerei de ti. Eu gravei você nas palmas das minhas mãos" (v.15,16). Meu Deus, quanto amor! Com os cravos da cruz, Jesus nos gravou nas palmas de suas mãos. Ele nunca se esquece de nós, e em breve voltará para nos buscar! Leia Isaías 49 #RPSP