
Carlos Gardel, tragicamente falecido em 1935, continua sendo o maior mito da música portenha. O adjetivo portenho, geralmente usado para referir-se às coisas de Buenos Aires, está sendo aqui utilizado para referir-se às duas grandes cidades situadas às margens do Rio da Prata, Buenos Aires e Montevidéu, nas quais Gardel segue sendo um rei. Hoje trataremos de duas canções uruguaias, relativamente recentes. Elas serão apresentadas por ordem cronológica de criação. Ouvimos, com Rubén Rada, dele próprio, “Candombe para Gardel”, e, com Laura Canoura, dela e de Alberto Magnone, “Los hijos de Gardel”.