
“Uma vida imersa em oração é uma vida de mãos abertas, em que você não se envergonha de sua fragilidade mas percebe que é mais perfeito um homem se deixar guiar pelo outro do que procurar prender tudo nas mãos” – Henri Nouwen. . Todos os dias, você pode se perguntar: Como estão minhas mãos? Abertas – generosas para oferecer e disponíveis para receber – ou fechadas, buscando ferrenhamente defender tudo o que se possa chamar ilusoriamente de “minha propriedade”? . Peregrinar é andar com as mãos abertas, com a consciência de que os passos que damos nesse mundo são provisórios e, por isso, não podem ser mensurados seus resultados. Reter – seja o que for (bens, emoções, filhos...) – será sempre impedir a caminhada de continuar. . Vamos refletir mais sobre isso?