
Para onde caminhamos? Qual é o nosso objetivo? Fazemos essa pergunta constantemente, pois na estrada da vida, muitas placas distorcidas e ilusões de oásis nos são apresentadas. E o cansaço, às vezes, pode nos fazer achar que nossa jornada não vale a pena. . É aí que estagnamos no caminho, deixamos de ser peregrinos e viramos apenas invejosos, “querendo o que é dos outros”, “remoendo até o osso”, mas com uma fruta que só nos “dá caroço”, como cantaria Arnaldo Antunes. . Só peregrina – só volta a achar caminho – quem se desprende de ambições, quem aprende a descansar em braços maternos mesmo que não haja leite para mamar, quem sabe que melhor é seguir andando do que cair na cilada do orgulho e do triunfo de quem acha que já chegou “em algum lugar” na vida. . Vamos ouvir mais sobre isso?