
A criação das escolas cívico-militares em São Paulo foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas, em maio deste ano. O programa transfere para quadros da Polícia Militar as funções administrativas e disciplinares de escolas, ou seja, o projeto pretende empregar os militares da reserva para desempenhar uma função parecida a do agente escolar. A perigosa divisão entre “gestão escolar” e “gestão pedagógica”, como se pertencessem a universos distintos, permeia também a proposta das escolas cívico-militares, idealizada pelo pensamento de extrema-direita que ganhou força durante o governo Bolsonaro e agora em fase de implantação em São Paulo pelo governo Tarcísio. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ SP) suspendeu a implantação do programa de escolas cívico-militares. Essa decisão tem validade até o Supremo Tribunal Federal julgar. Para analisar o contexto histórico e político que levou à aprovação das escolas cívico-militares em São Paulo, convidamos a professora Catarina de Almeida Santos, docente na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB). Você pode ouvir o podcast #ConexãoADunicamp nas principais plataformas do gênero: aqui no Spotify e na Apple Podcasts, na Google Podcasts etc. e, se preferir, acesse pelo Youtube. CRÉDITOS Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin Edição: Paula Vianna Vinheta: Magrão Percursionista Produção e Coordenação: Fernando Piva Realização: ADunicamp SIGA NOSSAS REDES www.adunicamp.org.br facebook.com/adunicamp twitter.com/adunicamp instagram.com/adunicamp youtube.com/adunicamp