
Coronavírus e a Câmara: uma aula de economia. Este é o título de um artigo publicado pelo analista de ações certificado pela Apimec, André Rocha, na versão online do Valor Econômico, em 15 de abril - leia na íntegra! Logo no começo, o texto afirma que "o Brasil, país com forte desigualdade social, vem há 50 anos tentando resolver o problema via aumento dos gastos públicos. A maior parte é desperdiçada em desvios, políticas econômicas ineficientes e manutenção de uma máquina estatal que privilegia uma elite burocrática. Apenas pequena parcela chega de fato aos mais vulneráveis como o Bolsa Família e a renda mínima aos maiores de 65 anos (BPC)". Nesta quarta-feira 6, o publicitário e consultor de marketing Alexandre Prado e o economista Marçal Serafim Cândido -- professor da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG), campus Varginha --, participaram do Jornal de Vanguarda e fizeram uma análise contextualizada do cenário descrito por André Rocha. Prado e Marçal falaram do custo da máquina público, do mau gerenciamento das contas públicas, de mecanismos de controle e acompanhamento, dos desvios e de quanto isso custa para o cidadão. O professor Marçal Serafim sugeriu, inclusive, a criação de um aplicativo para permitir ao cidadão acessar dados atualizados de como está sendo investido o dinheiro dos impostos na cidade. Foto: Vista aérea parcial de Varginha (ASCOM/Prefeitura Municipal de Varginha)