
Ensino remoto não é nenhuma novidade. Em 1939, o Instituto Monitor já oferecida cursos a distância no Brasil. Mas, o mais famoso foi o Instituto Universal Brasileiro, de 1941, que formou técnicos em vários cantos do país por várias décadas. Olhares mais recentes consideram os cursos do Senac e o Telecurso 2000, por exemplo. Porém, o EaD ganhou outra dimensão, por conta da pandemia. Este foi o contexto do bate-papo duplo com Paulo Roberto Souza: professor da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG, campus Varginha. Mestre e Doutor em Engenharia de Produção, Especialista em Docência no EaD e Gerência de Informática, Paulo Roberto é pesquisador nas áreas de Gestão Acadêmica e Gestão de Projetos. O pesquisador analisou o que temos de positivo e de negativo no Brasil, avaliou se escolas, professores e alunos estão culturalmente prontos para tirarem o melhor proveito da EaD, as vantagens, desvantagens e os desafios e comentou experiências de sucesso. À noite, em live pelo Facebook, na página oficial da Rádio Vanguarda, Paulo Roberto Souza aprofundou sua análise. Imagem de Jan Vašek por Pixabay