
Diante do alerta da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para os governos redobrarem esforços pela manutenção dos empregos, diante do grande impacto do coronavírus sobre a economia mundial, e após as recentes medidas das empresas e do governo brasileiro, o Bate-Papo Van desta quinta-feira 19 tratou de home office, no Jornal de Vanguarda. O entrevistado foi o vice-presidente da Associação da Advocacia do Sul de Minas (AASM), Adriano Santos Oliveira. A OIT estima em 25 milhões de desempregados a mais no mundo por conta da crise. Uma das alternativas para prevenir a proliferação do novo coronavírus é o home office. Adriano Oliveira explicou o que diz a lei, se há alguma licença especial ou concessão legal em períodos de crise como esse, se a empresa pode impor o home office ou o colaborador tem o direito de ir trabalhar na companhia, se o tempo de teletrabalho pode ser descontado no salário e se a situação de agora exige algum contrato especial entre empregadores e empregados colocados em home office. Falou, ainda, de adoecimento do colaborador no período de trabalho remoto e esclareceu sobre o direito do empregador de usar alguma ferramenta para confirmar se realmente o colaborador está trabalhando em casa. Imagem de StockSnap por Pixabay