
O Governo do Estado não tem dinheiro em caixa para garantir o término da duplicação da BR 491 entre Varginha e o trevo da Fernão Dias. Essa foi a notícia ruim recebida por autoridades locais em visita a Belo Horizonte. Havia a expectativa de uma solução favorável, imaginando-se que, por serem recursos garantidos pela CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), incidente sobre a comercialização de petróleo e seus derivados. Foi o que disse, em 4 de novembro, o Secretário de Governo de Varginha, Carlos Honório Ottoni Junior -- clique aqui para ouvir a entrevista na íntegra. Hoje, em entrevista exclusiva, o vice-prefeito Vérdi Lúcio Melo (foto) explicou que, assim, não será possível. Agora, a intenção e mobilizar autoridades federais, em Brasília, em busca de uma solução. O que pareceu uma solução, há dois anos, virou um grande problema. Em 2017, o então governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), anunciou a duplicação da BR 491, entre Varginha e o trevo da Fernão Dias. A obra começou rapidamente, mas ficou pela metade. Entre o anúncio da duplicação, em 28 de setembro de 2017 e hoje, o que se vê é abandono de um trecho -- simples e perigoso, perto de outro trecho -- duplicado e seguro. Foto: Vice-prefeito de Varginha, Vérdi Lúcio Melo (Arquivo Pessoal)