
Luiza Machado Borges, Alice Maria Garcia Possodeli, Danielli Xavier Tamietti Durães, Daniely Pereira Fagundes, Rosalda Motta Diniz de Moura. Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO), Teresópolis - RJ. Publicado no Caderno de Anais de Evento | DOI: https://doi.org/10.25248/anais.e6674.2021. Referências: CAVALCANTE ANM, et al. Fatores associados ao seguimento não adequado de crianças com sífilis congênita. Revista de Saúde Pública, 2019; 53: 95. FELIZ MJ, et al. Aderência ao seguimento no cuidado ao recém-nascido exposto à sífilis e características associadas à interrupção do acompanhamento. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2016; 19(4): 727-739. FIGUEIREDO DCMM, et al. Relação entre oferta de diagnóstico e tratamento da sífilis na atenção básica sobre a incidência de sífilis gestacional e congênita. Caderno de Saúde Pública, 2020; 36(3): e00074519. LAFETÁ KRG, et al. Sífilis materna e congênita, subnotificação e difícil controle. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2016; 19(1): 63-74. MADEIRA DP, et al. Análise da progressão dos casos de sífilis congênita no Brasil: impactos e desafios. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research - BJSCR, 2019; 27(3): 99-104.