
Sobrecarga, assédio, crise e ansiedade. Mesmo com salários picotados e atrasados, sem auxílio para a Internet e utilizando equipamentos próprios, os educadores(as) gaúchos têm se virado para fazer o seu trabalho em meio à pandemia. É preciso baixar a cabeça e cumprir as ordens do governo Leite mesmo diante de exigências abusivas? O que acontece se uma escola se rebelar e fazer valer a gestão democrática? No 4º episódio do Contraturno, conversamos com Clarice Dal Médico, vice-diretora da Escola Cândido José de Godoi, que rejeitou a imposição do Google Classroom e encontrou seu próprio caminho para manter os vínculos com a comunidade escolar.