
Segundo o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da Rede Análise Covid-19, o apagão de dados no Ministério da Saúde, que completou um mês em 10 de janeiro, deixou o poder público e a comunidade científica sem condições de dimensionar o avanço da variante ômicron no país. "Não temos dados básicos e também não temos os estratificados por faixa etária. Não é possível fazer o acompanhamento sobre os leitos. Se algum estado ou município depende do governo federal para notificar seus dados, não tem essa possibilidade", disse, em entrevista ao Jornal Brasil Atual, transmitido pela Rede TVT e Rádio Brasil Atual.