
O Orçamento de 2022, sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), prevê corte de R$ 988 milhões nas verbas destinadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), uma redução que pode prejudicar o atendimento aos segurados e atrasar mais novas solicitações de trabalhadores que buscam acessar seus direitos, como aposentadorias, pensões ou outros benefícios. “Estamos com agências fechando pelo Brasil, sem contratação de servidores e, no ano passado, tivemos 1,8 milhão de famílias que tiveram seus benefícios represados. Esse corte pode afetar ainda mais o atendimento que está longe do que o trabalhador merece e paga por ele", aponta o diretor do Sindicato dos trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social no Estado de São Paulo (Sinssp) Antônio Carlos Lima, em entrevista ao Jornal Brasil Atual, da Rádio Brasil Atual e Rede TVT.