
A Sara Duarte Brandão é…. muito mais! Uma hora e meia não foi suficiente para enumerar e debater todos os seus feitos. Desde a criação da sua própria editora, como homenagem aos tempos de criança em que desenhava os próprios livros infantis, com a ajuda do seu pai até ao lançamento da sua primeira publicação como autora “Descolonizar o Sujeito Poético”, esta jovem do Porto surpreende-nos com cada passo que dá. As suas contribuições para as práticas artísticas comunitárias são algo de louvar, mencionar e sublinhar. Sem querer desvendar todo o seu percurso convido-vos a ouvir a voz de uma geração que luta com unhas e dentes pela evolução do estado da arte, em Portugal. Um forte agradecimento à Sara (https://www.instagram.com/sara.tif/) por ter aceite este convite e espero que disfrutem da segunda Conversa de Rechaud com uma “convidada algo desconhecida”. Menções honrosas: Livro "Descolonizar o Sujeito Poético" - https://editoraurutau.com/titulo/descolonizar-o-sujeito-poetico#:~:text=Descolonizar%20o%20sujeito%20po%C3%A9tico%20%C3%A9,para%20quem%20a%20sabe%20ler. Truz Truz Editora - https://www.truztruzeditora.pt/ Knit & Wine - https://www.instagram.com/knit.and.wine/ Vizinhos do Teatro - https://www.instagram.com/vizinhos.teatro/ A Voz dos Avós - https://www.instagram.com/a.voz.dos.avos/ Abondai - https://www.instagram.com/abondai.abondai/ Julián Fuks “A Resistência” e “A Ocupação” Jan Morris “Conundrum: história da minha mudança de sexo” Antologia poética da Alejandra Pizarnik Wladimir Vaz: “Para quem está se afogando, crocodilo é tronco” Björk e a sua tour Cornucopia Documentário “Cesária Évora” Updates da Vida da Sara: Membra da associação sem fins lucrativos de empoderamento feminino de jovens mulheres em Portugal, chamada Women2women. Trabalha como designer gráfica e ilustradora. Um dos vários focos é a equidade de género, no mundo empresarial. A começar um Doutoramento em Ciências de Educação, no Porto, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, com uma bolsa de 4 anos da FCT na sua algibeira. Ênfase nas práticas artísticas comunitárias, com um projeto que analisa o impacto de educação não-formal e práticas artísticas comunitárias na educação de filhos/as de reclusos/as, inspirado pelo projeto dos Vizinhos no Teatro.