
“(...) e coisa morta não quer Deus que se lhe ofereça, nem chegue aos seus altares.”(Padre António Vieira, Sermão de Santo António aos Peixes) . Que fedor empesta estas ruas. Quer-nos parecer que isto já deu o que tinha a dar e o produto não é fresco. Que se faz com aquilo que já não é consumível ou de valor? Bem, pelo menos os nobres decompositores não rejeitam a matéria e aproveitam o que a terra lhes dá.