
Este poema custou uma noite de sono direto à minha mulher. Porque, não sei se você sabe, mas mulher de poeta“sofre”, meu. Vou contar: a gente dormia e, lá pelas tantas, cutuquei suas costelas para acordá-la. Aí, pedi que me desse um lápis e um pedaço de papel. Permanecia de olhos fechados, com medo de que as imagens fugissem, até que ela os colocou em minhas mãos. Assim foi que nasceu este ‘moço’ aí de cima.