
Com este texto, ouvinte/amigo, você deve estar pensando: O que deu no Moacyr? Um apaixonado convicto, amante e amado em alto grau, fazendo poesia de “dor de cotovelo”! Eu explico. Fique sabendo que eu não sou um fingidor, como diz Fernando Pessoa. Este soneto é fruto de um desabafo que recebi de um amigo. Reflexo da dor dele que absorvi para aliviá-lo. Ao publicá-lo, ofereço-o como alento para os que, sofrendo de amor não correspondido, não sabem achar o consolo dos versos.