
Esta poesia tem uma particularidade: foi composta dentro de um ônibus, quando eu voltava de uma excursão ao Nordeste. De minha ja- nela, apreciava o céu pernambucano que a escuridão da noite tornava mais estrelado. Daí, viajar ao meu passado, foi um pulo... E lá estavam elas, todas elas, as minhas amigas de tantas brincadeiras... de tantas confidências... Aqui, ofereço este texto, em nome delas, a todos os meus amigos seresteiros; de um modo muito especial, aos de Conservatória, que sabem tudo de céu bonito...