
Refletimos sobre o profundo significado da morte e do sepultamento de Jesus. O véu rasgado, o túmulo selado e o Cristo crucificado. Tudo isso revela a plenitude divina habitando em Cristo, aquele em quem todas as coisas, visíveis e invisíveis, encontram sentido e reconciliação. Desde o início do Evangelho de Marcos até o final, vemos o mesmo testemunho: Jesus é o Filho de Deus! Sua entrega não foi o fim, mas a consumação da providência divina, o cumprimento perfeito do propósito do Pai.