
O Evangelho é o coração da igreja. Sem ele, a igreja pode até conservar aparência, estrutura, tradição e atividade, mas perde o centro vital que a sustenta: a pessoa e a obra de Cristo. Em Colossenses 1.15–20, Cristo é apresentado como a imagem do Deus invisível, o primogênito sobre toda a criação, o centro da história e aquele em quem todas as coisas subsistem. O Evangelho não é apenas uma mensagem importante; é a proclamação da pessoa mais importante do universo. Quando Cristo deixa o centro, outras coisas ocupam seu lugar: performance, moralismo, ativismo, identidade institucional, legalismo ou religiosidade sem vida. A igreja pode continuar parecendo viva, mas espiritualmente atrofiada, se não voltar continuamente à Escritura e à centralidade do Evangelho. Uma igreja centrada no Evangelho obedece não para ser aceita, mas porque já foi aceita em Cristo. Tudo recebe vida desse centro: adoração, pregação, comunhão, ceia, missão e boas obras, para a glória de Deus e edificação do seu povo.