
Esta é a música mais humana que produzi com IA. A música foi composta ainda nos meus tempos de faculdade, e uma versão que ainda tenho, por sorte, foi gravada em um computador simples, sem antirruído, quando fazia meu doutorado. Criei várias versões usando IA, tendo como base a letra original e a gravação original. A IA me ajudou a achar o ritmo que procurava e me ajudou a finalizar a letra. A letra fala da dor de viver em um mundo dissonante: entre o que queremos e o que temos. Na época, pensava em amor mesmo. Foi meu primeiro amor, ainda no ensino médio. Amor mesmo, entre homem e mulher, amor carnal. Eu sempre gostei de poemas, e sempre tive um violão, a IA traz de volta algo antigo em mim. Uso IA para criar poemas, música e mais.