
Aos 73 anos, Luiz Ceará segue convicto, depois de 50 anos de jornalismo esportivo, incluindo a cobertura de quatro Copas do Mundo e três Olimpíadas. "As assessorias de imprensa acabaram com a personalidade dos jogadores. Mataram a essência do jornalismo, que é o olho no olho, a resposta sincera".