
Ale Santos é de um currículo extenso. Começou como publicitário, trabalhou em agências e startups enquanto produzia conteúdo na blogosfera. Depois, chegou ao Twitter com tudo e sua imagem de influenciador ganhou corpo quando em 2018 usou suas pesquisas sobre o racismo no Brasil para palestrar de forma didática na rede social. Precursor dos "fios", aquelas mensagens encadeadas no Twitter, que ainda não eram modinha na época que Ale começou, transformou os tuítes encadeados em livro: o Rastros de Resistência e com ele concorreu ao prêmio Jabuti em 2020. Mas ele não para por aí: caminha também pelo mundo dos games com construção de narrativas para jogos; é roteirista; é podcaster e professor. Um respiro, porque a lista é grande e tem muito assunto para essa mesa posta. Aproveitem!