
Nossa conversa deste episódio parte dos inúmeros atravessamentos aos quais fomos levadas pelo filme “A filha perdida”, baseado no livro de Elena Ferrante e dirigido por Maggie Gyllenhaal. Seria a estética do ir e voltar no tempo para justificar o presente com o passado um mecanismo de arte que imita a vida ou uma fórmula pronta da indústria do streaming? Mulher tem escolha? O abandono é hereditário? Onde está a linha que separa julgamento de sentimento em relação ao que vemos? E a culpa, o que fazer com ela? Sim, são mais dúvidas que respostas. Vem voar com a gente e participe deste debate, deixando comentários nas nossas redes sociais @criarcomasas no Intagram ou facebook.com/criarcomasas . Nosso contato - criarcomasas@gmail.com apoio - catarse.me/criarcomasas blog - criarcomasas.com DICAS COM ASAS Filmes “A filha perdida”, dirigido por Maggie Gyllenhaal e exibido no Netflix Trailer: https://youtu.be/s63AZRGzUtc “Silenciadas” ou “Akelarre”, dirigido por Pablo Agüero, também do Netflix Trailer: https://youtu.be/Qqt5OHYlSlo “Como nossos pais”, de Laís Bodansky Trailer: https://youtu.be/2qA-UlpskAY Livros “A filha perdida”, de Elena Ferrante “A pediatra”, de Andrea del Fuego "As alegrias da maternidade", de Buchi Emeta Podcast Feito por Elas