
A dor é parte da poesia de nossa existência. Não devemos amar a dor, pura e simplesmente. Devemos apenas respeitar a sua força e evitar fingir que ela não existe. Em cada experiência somos desafiados a explorar um pouco mais do infinito universo que há dentro de nós. A neurociência já provou que o nosso cérebro aprende até o último segundo de vida. Cicatrizes, físicas ou emocionais, são passaportes para uma história que, mais do que vivida, vale a pena ser contada eternamente.