
Print de WhatsApp vale como prova? Um DNA mitocondrial encontrado na cena pode condenar quem não estava lá? O que acontece quando a polícia mexe no celular antes de lacrar? Neste episódio, gravado durante o encontro de fim de ano da Comunidade Criminal Player, conversamos com Carlos Eduardo Becker e Fernanda Savitsky, sócios da Becker e Savitsky Perícias, sobre o que o criminalista precisa entender de perícia hoje — e o que está mudando rápido. Da diferença entre DNA nuclear e mitocondrial (e por que isso muda o desfecho de um caso) até as falhas mais comuns na apreensão de dispositivos eletrônicos, passando por reconstrução de acidentes, validade jurídica de prints, fraudes em reconhecimento facial bancário e a postura do assistente técnico no plenário do júri. Um conteúdo direto sobre como a prova técnica se constrói — e como ela se desconstrói. Tópicos abordados: DNA matrilíneo e o caso em que uma parente livrou o investigado Cadeia de custódia: 7 em cada 10 perícias chegam com falha já na apreensão Print de tela: por que sem validação técnica a jurisprudência dos próximos anos pode derrubar processos atuais Assinatura digital, GovBR e fraudes mais comuns Reconhecimento facial bancário: o caso do "totem" e da pessoa fora do país O papel do assistente técnico no júri Becker e Savitsky Perícias no Instagram: @beckerpericias