
📰 Criteria Macro | Thiago Pedroso CFP®️ 🇺🇸 Leitura final do PIB/1Tri e pedidos de auxílio desemprego saem às 11:00 ■ Secretário de Defesa fará uma entrevista às 9:00 para esclarecer sobre os danos causados pelos ataques americanos as instalações nucleares do Irã. ■ Ontem o WSJ noticiou que Trump estuda antecipar a escolha de um novo presidente do FED para setembro/outubro como forma de tentar influenciar nas expectativas. ■ Com discurso bem similar ao governo brasileiro, Trump vem pressionando publicamente Powell pelo corte de juros. ■ Pesou também a fala de Trump de que a guerra "acabou por enquanto" e que os ataques podem "recomeçar muito em breve". ■ Mesmo assim as bolsas em NY ficaram perto da estabilidade, com o S&P estável e Nasdaq subindo 0,31% puxado por Nvidia que voltou para a máxima histórica. 🇧🇷 IPCA-15 sai às 9:00. ■ Arrecadação de maio sai às 10:30. ■ Tesouro divulga contas do governo central às 14:30. ■ Ontem o governo sofreu uma derrota histórica...a última vez que o congresso derrubou um decreto foi em 1992. ■ A história começa com o governo acusando os congressistas de aumentar a conta de luz após a derrubada dos vetos de Lula, os parlamentares que já não estavam satisfeitos aceleraram a votação da derrubada do decreto do IOF, que estava previsto para daqui 2 semanas, mas Hugo Motta pautou ontem e em seguida foi votado pelo Senado. ■ Foram 383 votos favoráveis contra 98 contra. ■ O mercado tem duas formas de avaliar o cenário: de um lado o governo deve conviver com cada vez mais dificuldade no relacionamento com o congresso mas do outro esta cada vez mais claro o desembarque do centrão apostando em uma candidatura de centro/direita para 2026. ■ Os parlamentares pedem ao governo corte de gastos em vez de aumento do impostos, mas a incoerência é que cobram as emendas e ontem ainda aprovaram a proposta de aumento de deputados de 513 para 531. ■ Outro tema que o governo pode ver atrasar é a isenção de IR para quem ganha até 5mil...ontem a Câmara aprovou a isenção para quem ganha até 2 salários, mas o texto foi bem diferente da proposta inicial ■ O mercado sentiu o efeito do risco fiscal e o dólar subiu 0,66% cotado a R$5,5551. ■ O IBOVESPA também sofreu com o cenário local e caiu 1,02% mas o volume ficou em apenas 18.8bi.