
Os confetes largados nos paralelepípedos estão printados de rubro, pintados pelo sangue que escorre entre suas fissuras. O inferno carnal dança sobre as ruas, chamem um doutor para resolver. Ou seria melhor um coveiro? Ou um cineasta? Quem sabe? Mas por que teme isso? O medo é inferior e não te faz o ser perfeito. Muito diferente desse sangue, esse sangue escorre de um ser perfeito. E deve ter continuidade, aqui e nos umbrais.