
Em "Eu sei, mas não devia", a autora nos aponta como muitos dos acontecimentos rotineiros podem nos tirar a sensibilidade para o viver, para a vida, para o melhor da vida. A ideia de nos acostumarmos a tudo pode ser problemática; na verdade, pode ser perigosa. Marina Colasanti nos traz uma excelente reflexão para o início do ano. É quase um alerta a tudo que vivemos no automático, a tudo a que nos acostumamos, mas não deveríamos.