
Nesta edição, André Franco e Vitor Perim voltam a falar sobre o inovador mercado de tokens não fungíveis (NFTs), assunto presente nas edições #53, #66 e #74. André relembra que o termo “fungível” significa que existe uma possibilidade de troca (cédulas), pois são ativos que têm o mesmo valor. Já o termo “não fungível” se refere a ativos que têm um valor diferente, são considerados escassos e, assim, se tornam exclusivos (e caros) para quem o adquirir. Assim, nossos especialistas debatem como o mundo dos NFTs está trazendo mais benefícios às comunidades de jogos on-line (principalmente os desenvolvidos em blockchain) do que ao mercado de arte digital, que ainda é visto com certo desdém. Isso porque a possibilidade de crescimento em um ecossistema que preza pela descentralização — já que empresas centralizadas ficam com o dinheiro pago por jogadores que adquirem itens, por exemplo —, faz com que haja mais incentivos e liberdade econômica para usuários daquele universo virtual. Axie Infinity (AXS) é um grande exemplo dessa mudança, pois utiliza todos os recursos disponíveis graças à tecnologia blockchain para fornecer uma experiência única a seus jogadores. Axie Infinity é o maior jogo blockchain do mercado? E o metaverso do Decentraland? O que aconteceria se jogos, como Fornite e GTA, integrassem o modelo de “tokeconomia”? Aperte o play para conferir. Veja quais foram as recomendações do Mineração da Semana no Crypto Times e mande suas sugestões para o e-mail ideiaspodcast@empiricus.com.br.