Ritmo marginalizado, cantores desacreditados, bailes fiscalizados: O mundo do funk vive sob a mira de um olhar preconceito, que coloca a música à margem da sociedade e vigia seus intérpretes e ouvintes. Assim como foi com o samba e com o rap, a exclusão do funk demonstra a estratificação social na realidade, criando barreiras físicas ao ritmo e impedindo seu crescimento. A marginalização chega ao seu ponto máximo quando as pessoas que fazem parte da cultura funk passam a ser perseguidas e injustamente punidas. Apesar da realidade, o funk resiste e continua conquistar novos espaços e ocupar um espaço que amplia seu alcance e reafirma sua importância. O futuro vai ser rimado! Viva o funk e todo seu significado!