
Celebramos no último domingo ao Senhor a nossa nova série e propósito intitulada: 𝐄𝐦 𝐛𝐮𝐬𝐜𝐚 𝐝𝐚 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧ç𝐚 - 𝐀 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧ç𝐚 𝐝𝐞 𝐉𝐞𝐬𝐮𝐬 𝐧𝐚 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 é 𝐧𝐨 𝐂é𝐮. O nosso irmão Rui Ribeiro trouxe a partilha da primeira mensagem e deixamos aqui um breve resumo. 𝘝𝘰𝘤ê 𝘱𝘰𝘥𝘦 𝘢𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘳 𝘢 𝘮𝘦𝘯𝘴𝘢𝘨𝘦𝘮 𝘤𝘰𝘮𝘱𝘭𝘦𝘵𝘢 𝘯𝘢𝘴 𝘱𝘳𝘪𝘯𝘤𝘪𝘱𝘢𝘪𝘴 𝘱𝘭𝘢𝘵𝘢𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢𝘴 𝘥𝘪𝘨𝘪𝘵𝘢𝘪𝘴! ✨𝐀 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧ç𝐚 𝐞 𝐚 𝐒𝐚𝐥𝐯𝐚çã𝐨✨ Baseado em Filipenses 2. 12-18 a. 𝘖 𝘋𝘦𝘴𝘦𝘯𝘷𝘰𝘭𝘷𝘪𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘥𝘢 𝘚𝘢𝘭𝘷𝘢çã𝘰 𝘯ã𝘰 𝘳𝘦𝘵𝘪𝘳𝘢 𝘢 𝘯𝘰𝘴𝘴𝘢 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘰𝘯𝘴𝘢𝘣𝘪𝘭𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦 (𝘷.𝟷𝟸) A salvação não nos é dada porque fizemos ou fazemos algo para a merecer, mas porque o próprio Deus decidiu nos conceder esta dádiva. E agora que a possuímos Paulo nos exorte a cultivá-la. 𝘣. 𝘈 𝘱𝘰𝘴𝘴𝘦 𝘦 𝘰 𝘥𝘦𝘴𝘦𝘯𝘷𝘰𝘭𝘷𝘪𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘥𝘢 𝘴𝘢𝘭𝘷𝘢çã𝘰 𝘱𝘳𝘰𝘥𝘶𝘻𝘦𝘮 𝘳𝘦𝘷𝘦𝘳ê𝘯𝘤𝘪𝘢 𝘦 𝘯ã𝘰 𝘳𝘦𝘭𝘢𝘹𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 (𝘷𝟷𝟸) Quando Paulo nos exorta a que desenvolvamos a nossa salvação com “temor e tremor”, não é para que tenhamos um temor que gera castigo, mas é para que tenhamos um temor de ofendê-Lo e desagradá-Lo. A nossa atitude, na presença de Deus, deve de ser de reverencia e profundo respeito e de extrema sensibilidade à Sua vontade. Temor é uma espécie de ansiedade para fazer o que é certo. 𝘤. 𝘖 𝘥𝘦𝘴𝘦𝘫𝘰 (𝘲𝘶𝘦𝘳𝘦𝘳) 𝘱𝘦𝘭𝘢 𝘴𝘢𝘭𝘷𝘢çã𝘰 𝘦 𝘢 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘪𝘯𝘶𝘢çã𝘰 𝘥𝘰 𝘱𝘳𝘰𝘤𝘦𝘴𝘴𝘰 (𝘳𝘦𝘢𝘭𝘪𝘻𝘢𝘳) 𝘥𝘢 𝘴𝘢𝘭𝘷𝘢çã𝘰 é 𝘰𝘣𝘳𝘢 𝘥𝘦 𝘋𝘦𝘶𝘴 𝘦𝘮 𝘯ó𝘴 (𝘷𝟷𝟹) Infelizmente o pecado não nos leva a Deus e nos impede de alcançar a Sua presença, nos impede de desejá-Lo. Então, não há, em nós mesmos, nenhum desejo por Deus e pela Sua obra que não proceda do próprio Deus (“tanto o querer quanto o realizar”). Todos nós nascemos com a total incapacidade de escolhermos, desejarmos ou amarmos a Deus. Mesmo quando estamos a desenvolver a nossa salvação, temos de ter a consciência de que é Deus quem está a operar em nós mediante o Seu Espírito. 𝘥. 𝘈 𝘴𝘢𝘭𝘷𝘢çã𝘰 é 𝘥𝘦𝘮𝘰𝘯𝘴𝘵𝘳𝘢𝘥𝘢 𝘱𝘰𝘳 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘳𝘮é𝘥𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘳𝘦𝘭𝘢𝘤𝘪𝘰𝘯𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴 𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘥𝘶𝘵𝘢 𝘵𝘳𝘢𝘯𝘴𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢𝘥𝘰𝘴 𝘦 𝘥𝘦 𝘶𝘮 𝘵𝘦𝘴𝘵𝘦𝘮𝘶𝘯𝘩𝘰 𝘯𝘰𝘵á𝘷𝘦𝘭 (𝟸.𝟷𝟺-𝟷𝟼) E qual é a conduta que o cristão deve ter para que demonstre a sua salvação? Sermos Puros – Como cristãos, transformados pelo Espírito, devemos de ser sinceros, sem nos misturarmos e sem nos deixarmos contaminar com esta geração corrompida e depravada; Irrepreensíveis – mesmo vivendo neste mundo perverso, não se deve encontra em nós falha alguma. O cristão deve refletir o carater de Deus, a ponto de viver de tal maneira que ninguém possa lhe apontar um dedo acusador; Inculpáveis - a pureza do cristão deve ser tal que suporte o juízo de Deus. E tudo isto tem de ser vivido num mundo caído dentro de uma geração perversa. A vida cristã não é para ser vivida numa redoma de vidro, mas para que sejamos luzeiros no meio das trevas. IGREJA ONLINE: https://linktr.ee/chamavivapt