
Quando falamos sobre tecnologia operacional (OT), estamos falando sobre redes cada vez mais conectadas de hardwares e softwares — muitas vezes legados — que precisam ser protegidas contra uma superfície crescente de riscos cibernéticos. Os profissionais da área precisam adotar uma abordagem única para desenhar suas estratégias de proteção, uma vez que tais dispositivos e sensores costumam ser de missão crítica, não podendo deixar de operar para um eventual "conserto". Nesta edição do CyberTalks, Daniel Botelho de Sousa, Head of Cyber Security na Raízen, explica alguns desafios atuais em uma era na qual a OT está mais conectada e inteligente do que nunca. --- When we talk about operational technology (OT), we're talking about increasingly connected networks of hardware and software — often legacy — that need to be protected against a growing surface of cyber risks. Professionals in the field need to adopt a unique approach to designing their protection strategies, since such devices and sensors are often mission-critical and cannot fail to operate for an eventual "repair". In this edition of CyberTalks, Daniel Botelho de Sousa, Head of Cyber Security at Raízen, explains some current challenges in an era in which OT is more connected and smarter than ever.