
Natália Peixoto é iluminadora. Por meio do curso de Produção Cultural realizado na Associação Cultural Opereta, conheceu a Iluminação Cênica. Foi estagiária e posteriormente assistente do iluminador Tomate Saraiva, no “22° Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo Curta-Kinoforum”, na Cinemateca (setembro de 2011) e no espetáculo “Myrna”, com direção de Élcio Nogueira Seixas e Renato Borghi. Depois destas oportunidades outras surgiram, incentivando que ela percebesse a iluminação como disparadora de sensações, criadora de formas e conteúdos. Em virtude dessas vivências decidiu se especializar na SP Escola de Teatro, onde se formou em Iluminação Cênica (2015). Fez parte do C9 Iluminação, organização que tem como objetivo a valorização da formação e do trabalho na área da iluminação, onde ministrou oficinas sobre teatro de sombras e assuntos relacionados à iluminação cênica. Acompanhou a T.F. Style Cia de Dança de 2016 a 2020 como responsável técnica e operadora de luz. Atualmente faz parte do grupo de pesquisa de teatro de sombras “Pavio de Abajour” e do “Núcleo Negro de Pesquisa e Criação - NNPC”. @natspeixoto | @segundapreta Release: A peça propõe ativar imaginários de mobilização coletiva, no sentido de fazer crer que mesmo em um contexto de exceção, repleto de contradições e de escassez, é possível criarmos movimentos em prol de melhores formas de viver. Este possível, em Fala das Profundezas, é como uma espécie de centelha que vai se desdobrando ao longo da narrativa em mais centelhas e assim animando estas personagens que, apesar de tudo, sonham, festejam e confabulam como um ato contra o marasmo do sistema capitalista. A encenação da montagem acontece em um formato arena, em que as atrizes e atores propõem um jogo cênico de aproximação e distanciamento com o público durante toda a sua narrativa, assim, assumindo-o como parte do acontecimento teatral. Com realização do Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC), Fala das Profundezas ,de autoria de Gabriel Cândido, foi publicada pela Editora Javali em 2018 e estreou em junho de 2022 no Sesc Belenzinho (SP). Esta é a primeira peça da trilogia intitulada Escombros - projeto que tem como objetivo a elaboração cênica e dramatúrgica de peças de teatro que lancem mão de perspectivas ficcionais, poéticas, estéticas e políticas capazes de criar discussões acerca das questões da terra, da fome, do capitalismo e da identidade a partir da cultura, ancestralidade, e saberes da população negra no Brasil. SINOPSE: A exploração das Profundezas atingiu o limite e este território vive uma crise sem precedentes. Para não sucumbir ao caos iminente, emerge a mobilização coletiva para buscar tudo aquilo que tem sido sonhado há tanto tempo. Ficha Técnica: Idealização, dramaturgia e direção: Gabriel Cândido. Elenco: Deni Marquez, Ellen de Paula, Fabiana Neves, Fábio Lopes, Maria Gabi e Tásia d’Paula. Produção Executiva: Lucas Ferrazza. Assistência de Produção: Kauanda. Desenho de luz: Natália Peixoto. Operação de luz: Fagner Lourenço e Natália Peixoto. Trilha sonora original e operação de som: André Papi. Part. Especial com vozes: Bruna Candido, Carla Stela, Dirce Thomaz, Diogo Guedes, Fagner Lourenço, Jerê Nunes, Kauanda, Luís Antonio Candido, Natália Peixoto, Marcela Coelho, Paola Ferreira, Sueli Aparecida Costa, Sueli Candido e Vera Lúcia de Oliveira Lima. Preparação vocal: Maria Gabi. Preparação corporal: Lilian Martins. Figurinos: Carla Stela. Trançadeira: Paola Ferreira. Maquiagem: Rapha da Cruz. Contrarregragem: Amanda de Jesus Oliveira e Kauanda. Assessoria de imprensa: Kelly Santos (Mídia Pente Fino). Projeto gráfico: Wellingthon Tadeu. Mídias sociais: Davi Furtuoso. Produção audiovisual: Jerê Nunes e Thais Alves. Agradecimentos: SP Escola de Teatro, Galpão Cru e Casarão Vila Guilherme.