
Mestre em Artes pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) (2019). Especialista em Iluminação Aplicada: Arte, Arquitetura e Engenharia, pela Universidade Cruzeiro do Sul (SP) (2010). Graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Ceará (2004). Atualmente é engenheiro eletricista / iluminador na empresa Cênica Serviços de Iluminação LTDA e engenheiro eletricista do Instituto Dragão do Mar. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes. Enlouquecida e morando num hospício, Camille Claudel desenha, modela e canta, relembrando sua tumultuada relação de amor e arte com o grande escultor Auguste Rodin, bem como sua relação com seu irmão, Paul Claudel. Sua genialidade e rebeldia não se adequavam aos rígidos padrões patriarcais de sua época, razão pela qual foi internada por 30 anos até a sua morte aos 79 anos. Camille Claudel nasceu na França, em 1864, em um mundo dominado pelos homens, e passou os últimos 30 anos de sua vida internada num manicômio, sem que fosse, de fato, louca. No espetáculo, a personagem desgasta-se pelos anos de reclusão forçada e pelo abandono, amargurada pelo pouco crédito que lhe deu a sociedade francesa e ressentida com Rodin, que não a assumiu como esposa, nem a defendeu quando ela foi acusada de copiar a arte do mentor. Dramaturgia, direção e atuação: Ceronha Pontes Concepção do cenário: Yuri Yamamoto Confecção do cenário: Yuri Yamamoto, Ceronha Pontes, Gustavo Araújo e Sr. Isaque Concepção de iluminação: Walter Façanha Operação de luz: Sávio Uchôa Sonoplastia: Ceronha Pontes Operação de som: Tadeu Gondim Figurino: Ceronha Pontes Orientação: Marcondes Lima Confecção de figurino: Maria Lima e Antônia Castro Coordenação de produção: Tadeu Gondim Produção executiva: Rodrigo Lucena