
Miló Martins Artista formada em artes cênicas pela ECA -USP em 1996, com especialização em Iluminação cênica (iniciação cientifica CNPQ). Atua no ramo de Iluminação desde 1994, inicialmente como assistente de Guilherme Bonfanti, Marisa Bentivegna, Wagner Freire, Wagner Pinto entre outros. Com a própria carreira participou de grandes projetos, tanto em teatro como em shows e dança. Alguns destaques: Alceu Valença, Chico Cesar, Paulo Miklos, Nana Vasconcelos entre muitos shows e entre alguns diretores teatrais: Gabriel Vilella, Francisco Medeiros, Elias Andreato , Hugo Possolo, Malú Balzan e William Pereira. Com este recebeu prêmio Shell de iluminação pela peça” Berço de Pedra.” Na Dança com Núcleo luz, Henrique Lima etc. Atua também no ramo de direção artística. Estreou duas peças assinando dramaturgia e direção cênica “Amenina e o Sabia” e “Dorotéia, a velhinha que gostava de dançar. No ramo de eventos corporativos realizou a direção de grandes eventos, nacionais e internacionais tais como, Forum Internacionais do Lide desde 2004, Iosco Jamaica, Conarh desde 2014, Ambima , Prêmio Claudia, Copa do Mundo, lançamento Fiat Punto América Latina etc. Release O espetáculo "UM BERÇO DE PEDRA" é uma coletânea inédita de cinco textos do dramaturgo Newton Moreno escritos em tempos e espaços diferentes com um tema em comum: A maternidade como resistência. Cinco visões, cinco universos distintos e cinco variações dramáticas repletas de humanidade e poesia. Em forma de poema-cênico, a montagem intercala épocas, mitologias, espaços. As cinco cenas são gritos de mães perfuradas no ventre, comprimindo-as a perder e/ou defender suas crias, a restaurar e/ou fraturar o mundo pelo seu amor. Assim como em uma sinfonia, vários movimentos, ritmos, densidades e texturas distintas criam uma polifonia de significados e sensações, como descreve o encenador William Pereira. O espaço cênico comum coberto de areia se transforma em jardim, deserto, prisão e projeções estabelecem diálogo com a ação dramática. Areia, a terra infértil onde se sepultam os mortos, onde a semente não germina, metáfora de útero seco. Deserto de afetos e esperança. “Neste espetáculo a palavra se faz música. Uma sinfonia de mães, um Stabat Mater polifônico e atemporal. O caráter “operístico” favorece a convergência de linguagens, os atores interagem com a música como parte marcante da narrativa”, acrescenta o diretor. Elenco: Cristina Cavalcanti Débora Duboc Jairo Mattos Lilian Blanc Luciana Lyra Eucir de Souza E participação especial de Sônia Guedes. Figurinos: Cristina Cavalcanti Trilha sonora: William Pereira Iluminação: Miló Martins Programação Visual: Eduardo Reyes Fotografia e Registro em Vídeo: Marcos Frutig Visagista: Leopoldo Pacheco Cabelo: Paolo Biagiogli Aderecista: Michele Rolandi Divulgação: Adriana Monteiro Operador de Luz: Fernanda Guedella Operador de Som: Janice Rodrigues Direção de Palco: Henrique Pina Assistente de Produção: Adriana Florence Direção de Produção: Leopoldo De Léo Junior Vencedor do Prêmio Edital ProAc 01/2015, recebeu 6 indicações em 2016, sendo: Prêmio SHELL: Iluminação: Miló Martins - Vencedor