
Debate da Super Manhã: As mídias digitais trouxeram expressões próprias, que foram incorporadas aos diálogos cotidianos, mesmo nas interações fora da internet. Mas o fenômeno que vem chamando atenção ultimamente é o perfil das linguagens desenvolvidas pelas crianças que estão crescendo diante das telas eletrônicas. Palavras e até sotaques de outras regiões chegam, em alguns casos, a substituir o jeito de falar característico do local onde os pequenos moram. Um dos assuntos mais comentados nas redes sociais nas últimas semanas é a insatisfação, por parte de alguns pais portugueses, ao perceberem que os filhos falavam “brasileiro”. No debate desta sexta-feira (26), o comunicador Wagner Gomes conversa com especialistas sobre como os regionalismos estão sobrevivendo nas novas gerações, em tempos de comunicação sem fronteiras geográficas. Participam do debate fonoaudióloga, membro do Departamento de Voz da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, Docente da UNICAMP e pós-doutoranda no Programa Distúrbios da Comunicação Humana da UNIFESP Ana Carolina Constantini, a Doutora em psicologia cognitiva e supervisora pedagógica da Educação Infantil do Colégio CBV Luciana Hodges e a Doutora em Letras/Linguística, professora de Linguagens e Consultora Linguística Rita Kramer.