
Segundo o presidente do tribunal superior eleitoral, a polícia federal e o conselho administrativo de defesa econômica não têm competência para realizar os inquéritos. As investigações, escreve o ministro, “parecem demonstrar a intenção de satisfazer a vontade eleitoral” do presidente Jair Bolsonaro. O ministério da justiça havia justificado a iniciativa da PF alegando que a “divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime”. Convidados: Larissa Gaspar, deputada estadual eleita pelo PT. Afonso da Rocha Neto, presidente do Partido Novo Ceará. Guálter George, editor de opinião do O Povo.