
Ex-presidente Jair Bolsonaro afirma que parte das joias dadas pelo governo saudita foi incorporada ao seu acervo pessoal. Diz que, “como sempre”, seguiu a lei. Mas, para o tribunal de contas da união, joias não se enquadram como itens de “natureza personalíssima”. E apesar de o ex-presidente negar envolvimento com o outro conjunto de joias, que iriam para Michelle Bolsonaro, o vídeo mostra o então ministro das minas e energia dizendo a auditores da receita que as peças, avaliadas em R$ 16,5 milhões, eram sim para ela. A polícia federal intima os envolvidos e receita encaminha ao ministério público federal toda a documentação sobre o caso. Convidados: - Márcio Coimbra, cientista político e presidente da fundação liberdade econômica; - Carol Curimbaba, empresária, comentarista política e econômica; -Plínio Bortolotti, jornalista do O Povo.