
Na prática, o magistrado autoriza o relator do orçamento, senador Marcelo Castro (MDB-PI), a incluir a despesa com o programa social na lei orçamentária. A decisão do ministro ocorre às vésperas da votação da PEC fura-teto na Câmara. Aliados do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendem ser necessário gastar R$ 145 bilhões fora do teto para pagar os benefícios e tornar o orçamento “exequível” Convidados: >>> Alcantara Macedo - economista e consultor empresarial >>> Paulo Ramirez, cientista político e professor de sociologia da ESPM >>> Plinio Bortolotti, jornalista e articulista do O POVO